segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Mais do Que Bebida

"O fruto do Espírito é . . . domínio próprio." Geralmente pensamos em domínio próprio ou temperança em conexão com o álcool. E é verdade que muitas mulheres ainda não salvas bebem nas horas de solidão. Elas necessitam de ajuda. Muito se tem escrito acerca do problema do alcoolismo entre as mulheres. Quanto a esse assunto, temos de ensinar os filhos que "aquele que não toma a primeira taça jamais ocupará o túmulo de um ébrio". Porém, esse é apenas um aspecto da vida diante do qual necessitamos de domínio próprio.
Para nós, a palavra temperança adquire muitos outros significados. Ela significa "autocontrole", ou seja: força interna para controlar os impulsos, governar os desejos e guardar as atitudes e paixões. Para sermos realmente nós mesmas, precisamos controlar nossas decisões.
Desde a infância conheço os seguintes versos:
Porque tenho de viver comigo mesma,
Desejo estar em condições de conhecer-me.
Desejo poder, à medida que os dias passam,
Levantar-me e a mim mesma olhar de frente.
Podemos nós controlar-nos? Ou existe alguma parte da nossa vida que não podemos governar?
Diz 1 Coríntios 6:12: "Como cristão, tudo me é permitido, ' o que não significa que tudo seja bom. Tudo me é permitido, mas não devo ser escravo seja do que for" (Phillips, Cartas às Igrejas Novas).
A moderação inclui o controle sobre os apetites físicos, mentais e espirituais. Ela exige autocontrole no uso do tempo, na maneira de vestir-nos e de falar. Podemos ir a extremos nas brincadeiras, na ira, na zombaria, nas "diversões sadias" ou na crítica. A moderação, ou temperança, é necessária nos hábitos de comer, nas atitudes, no lazer e nos desejos sexuais.
Gosto da idéia apresentada em 2 Timóteo 1:7, de que Deus nos deu espírito de moderação.
Isto é grande dádiva. Com moderação ou temperança podemos fazer as escolhas certas e governar os pensamentos e impulsos. Deveríamos dar graças a Deus todos os dias pelo uso equilibrado de nossas faculdades mentais.
A liberdade de tomar decisões é privilégio do cristão, o que lhe desenvolve o caráter.
Xantipa, mulher de Sócrates, tinha mau temperamento. Alguém perguntou ao filósofo por que le
não ensinava a esposa. Sócrates respondeu: "Meu objetivo na vida é dar-me bem com as pessoas.
Escolhi Xantipa porque sabia que se pudesse viver bem com ela, poderia viver bem com qualquer pessoa."
Ele escolheu para si mesmo um desafio. Porém, nossa tendência é evitar aqueles com os quais ternos dificuldades de conviver. É mais fácil gostar daqueles que se nos assemelham. Se outra mulher faz as coisas de modo diferente do nosso, nós a achamos esquisita.
No capítulo 2 de Tito há um estudo sobre a bondade. Examine-o bem e veja como ele também é aplicável ao auto-controle.

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