Vejam Só

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

MULHERES IMPACTADAS PELO AMOR DE DEUS

A fé de Noemi era tão real que im­pactou Rute, levando-a a uma transfor­mação total de vida.
A todo o momento a mulher cristã está enfrentando desafios para ser fiel no mundo de hoje. Por causa das muitas atividades que desenvolvemos, nós estamos sendo desafiadas a viver uma relação com Deus cada vez mais intensa para podermos ultrapassar esses mo­mentos com coragem, fé e a certeza de que Deus está sempre no controle de nossas vidas. Vamos tomar como exem­plo a vida de Rute. Para compreender­mos melhor as vitórias alcançadas por essa serva de Deus, conheceremos um pouco da história de sua sogra Noemi.
Noemi disse às noras:
– Voltem para casa e fiquem com as suas mães. Que o Senhor seja bom para vocês, assim como vocês foram boas para mim e para os falecidos! O Senhor permita que vocês casem de novo e cada uma tenha o seu lar!
(Rute 1.8-9)
I. Impactada pela fé
Rute era uma moabita que não co­nhecia Deus. Casou-se com o filho de uma mulher cristã piedosa que obrigada pela seca que assolou sua terra, Judá, teve que deixá-Ia, seguindo com seu esposo e filhos para uma terra estranha (Moabe).
Os moabitas eram excluídos dos ri­tuais religiosos dos judeus. Portanto, Rute não conhecia Deus. Rute conhe­ceu o Senhor através de sua sogra. Prin­cipalmente depois que perderam seus maridos e chegou à boa nova de Judá: "Deus se lembrou de seu povo; a seca terminou". Então Noemi começou a fa­lar com mais intensidade desses Deus para suas noras. Será que temos falado desse Deus para nossos filhos, nossas filhas, nossos genros e noras ou pessoas que vivem em nossa intimidade? Qual o testemu­nho que estamos dando aos nossos? Sempre que o povo de Deus alcançava uma vitória, imediatamente eles ergui­am um altar para que futuramente, quando seus filhos perguntassem, eles pudessem testemunhar do grande amor de Deus. Quantos altares temos cons­truído em memória do que Ele tem fei­to? A fé vem pela pregação, pelo ouvir, e a pregação pela palavra de Deus.
Quando Noemi ouviu a boa nova, fi­cou muito feliz, porque havia perdido tudo, menos a fé em Deus. E agora ela poderia voltar para o meio do seu povo, começarem juntas, tinham uma longa viagem pela frente. Vamos refletir um pouco sobre quantas viagens nós faze­mos quase todos os dias. Fechamos os olhos e começamos a viajar, às vezes são viagens alegres, às vezes tristes, que ter­minam em lágrimas. Imaginemos Noemi, Rute e Orfa, três viúvas viajando a pé numa longa viagem. Que pensamentos não invadiam seus corações? Quantas reflexões elas não faziam? Mas foi neste momento que Noemi, na qualidade de sogra, mulher cristã, começou a pensar como aquelas noras foram boas para seus filhos. Qual seu relacionamento com sua nora? Ser mulher fiel no mun­do de hoje, convivendo com sua nora em paz, é um grande desafio. Veja o que fez Noemi: começou a orar por suas no­ras. (Rute 1.8-9) Observem que Noemi pedia o melhor para suas noras - um marido. Temos nós orado por nossos genros e noras e pedido o melhor para eles? Felizes, quer dizer um bem-estar completo.
Enquanto Noemi orava, Deus traba­lhava no coração de Rute e ela tomou sua decisão pessoa I (Rute 1.16-17). Quantas pessoas que vivem ao nosso redor já confessaram a Cristo como seu Salvador pessoal por causa do nosso testemunho e das nossas orações?
Nos momentos da adversidade Jesus é a melhor companhia, para te ouvir e lhe dar um ombro amigo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Ser mãe de adolescente...

E levantar rindo e deitar chorando.
E querer conversar, dialogar e ter de ficar muda.
E lembrar sempre: e o banho, já tomou? E os dentes, já escovou?
E recolher roupa jogada pelo chão.
“E começar no sábado de manha falando: “filho, não esqueça da lição da Escola Bíblica Dominical”, é encerrar o dia:” e ai, já fez a Lição?”
E escutar: "não achei a revista...”
E pensar que já resolveu um problema e perceber que já tem outro a caminho. E ser chamada de "mãe coruja".
E ser chamada de "museu".
E ouvir sempre "não tem nada haver".
E ler, de repente, uma redação do filho e perceber que ele não entendeu a gente. E preparar um jantar gostoso e ouvir: "to a fim de um sanduba".
E fazer um suco purinho e o filho brigar por um refrigerante.
E querer proteger sem poder.
E ter vontade de abraçar é beijar e ver que o filho nos evita.
E, de repente, perceber que o filho cresceu, quer seguir o seu caminho, e não quer escutar mais a gente.
E pensar, e olhar, e orar. . Mas e também dizer: eu entendo, eu amo, eu quero o melhor para você.
E rir juntos do ontem.
E também pensar: bem que me diziam "filho criado, trabalho dobrado".
Com tudo isso, com todos os problemas, dificuldades, diferenças e crer, sobretudo que ha um Pai que nos ama, que nos guarda, que nos livra que nos ampara que nos cura, que nos liberta e que amamos nosso adolescente do jeito que ele e.
E consagrar cada dia 0 nosso adolescente a Deus.
E vencer cada dia, cada dificuldade colocando-a diante do Pai reconhecendo a nossa dependência dele e sua soberania nas nossas vidas.
Miriam Goulart de Abreu Dias - Muriaé/MG
Revista Visão Missionária - ano 86 - Número 03
terceiro trimestre de 2008/ UFMBB