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terça-feira, 29 de julho de 2008

O TRABALHO DAS MULHERES


No evangelho. Há muitas maneiras nas quais mulheres podem servir no evangelho. Lucas 2:36-38 menciona que Ana orava continuamente. Nenhuma responsabilidade maior do que a oração existe e as mulheres têm o direito igual ao dos homens a se aproximarem do trono de Deus em oração.
As mulheres podem ensinar. Enquanto não pode ter autoridade sobre os homens, a mulher cristã pode e deve ensinar outras mulheres e crianças (Tito 2:3-5), e se ela mantém um espírito humilde, pode também ajudar os homens a entenderem melhor as Escrituras (Atos 18:24-26). No primeiro século, as mulheres profetizavam (Atos 2:17-18; 21:9), isto é, revelavam a vontade de Deus pela inspiração do Espírito Santo. Débora, no Velho Testamento, era uma mulher bastante procurada por causa de seu sábio aconselhamento. A fé de Timóteo foi atribuída à influência de sua mãe e avó, as quais eram devotas. As mulheres cristãs devem conhecer as Escrituras e serem capazes de mostrar humildemente qual é a vontade de Deus.
O Novo Testamento ressalta freqüentemente o trabalho que as mulheres faziam, sem especificar exatamente qual era esse trabalho (Romanos 16:12; Filipenses 4:2-3; Atos 1:14; 9:2; 17:12). As mulheres devem trabalhar para encorajar, admoestar e edificar.
Através do exemplo de uma vida espiritual, as mulheres devem adornar o evangelho de Cristo (Tito 2:3-5). Pedro mostra que as mulheres devem dar mais importância ao caráter interior e menos à aparência externa (1 Pedro 3:1-6). Tanto os homens quanto as mulheres devem ser o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5:13-16). Enfim, mulheres e homens são iguais diante de Deus e ambos têm maneiras importantes pelas quais devem servir a Deus (Gálatas 3:28).
No serviço. Quando lembramos que Jesus disse que o maior no reino de Deus será aquele que serve (Marcos 10:35-45), então parece muito provável que as pessoas maiores no reino têm sido as mulheres. A Bíblia menciona várias mulheres, por exemplo: Dorcas, que continuamente praticava ações de bondade e caridade (Atos 9:36-39); uma Maria que "muito trabalhou por vós" (Romanos 16:6); Febe que servia à igreja de Cencréia (Romanos 16:1-2); e Maria, irmã de Marta e de Lázaro, que ungiu o corpo de Jesus para seu sepultamento (Marcos 14:3-9). A Bíblia raramente menciona mulheres cristãs sem falar sobre suas boas obras (1 Timóteo 2:9-10; 5:10).
No lar. Deus criou a mulher porque viu que o homem precisava de uma companheira (Gênesis 2:18-24). Homens e mulheres são dependentes uns dos outros (1 Coríntios 11:11). As esposas têm responsabilidade especial como donas de casa (1 Timóteo 5:14; Tito 2:3-5). Provérbios 31 fala extensamente sobre a bênção que uma boa esposa é para o seu esposo.
As mães têm um papel muito importante na educação de seus filhos. É triste que a sociedade moderna desdenhe as mulheres que devotam tempo integral à criação dos filhos e ao cuidado do lar, e exalte as mulheres que dão mais importância às suas carreiras profissionais. Uma esposa e mãe devota está entre as maiores bênçãos que uma sociedade pode ter e devemos criar nossas filhas para desejarem desempenhar esse papel. Timóteo ajudou grandemente os irmãos, no primeiro século, em parte por causa da influência de sua mãe e de sua avó. Ser uma boa mãe é um trabalho especialmente importante das mulheres cristãs (1 Timóteo 2:15; 5:10,14).

domingo, 27 de julho de 2008

Quando a oração é abominável

O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Provérbios 28:9).
Deus quer que seus filhos orem. A Bíblia nos ensina a orar sem cessar e a ser perseverantes na oração (1 Tessalonicenses 5:17; Romanos 12:12). Jesus disse que os homens devem "orar sempre e nunca esmorecer" (Lucas 18:1).
Contudo, a oração de alguém pode ser abominável aos olhos do Senhor. É isso que acontece quando a pessoa "desvia os ouvidos de ouvir a lei".
Desviando os ouvidos
Como uma pessoa pode desviar seus ouvidos de ouvir a lei?
Œ Por escolher ser ignorante. Pedro falou sobre alguns escarnecedores que deliberadamente esqueceram dos fatos da palavra de Deus (2 Pedro 3:5). Algumas pessoas preferem as trevas sobre a luz. O pior tipo de ignorância é a ignorância voluntária!
 Pela negligência. Alguns desviam os ouvidos de ouvir a lei por negligência. São descuidadosos e não atenciosos no estudo das Escrituras. Eles deixam de cumprir alguns deveres por causa da negligência. Por que Deus ouviria a oração de alguém que negligencia a palavra dele?
Ž Por desobediência proposital. Quando Jeová apelou aos israelitas para que andassem pelas veredas antigas, a resposta deles foi: "Não andaremos" (Jeremias 6:16). Eles foram avisados sobre sua rejeição intencional da palavra de Deus: "Ouve tu, ó terra! Eis que eu trarei mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos; porque não estão atentos às minhas palavras e rejeitam a minha lei" (Jeremias 6:19).
Desviando os ouvidos de Deus
Quando um homem desvia seus olhos de ouvir a lei de Deus, Deus desvia seus ouvidos de ouvir a oração do homem! Deus recusa ouvir aquele que recusa ouvir a Deus!
Uma oração poderia ser perfeita em forma e impressionante (aos ouvidos humanos) por sua eloqüência, mas ainda ser ofensiva ao Todo-Poderoso. "Deus olha mais para a conduta da vida do que para a linguagem da oração. Ele não aceita reverência no templo quando vê maldade na praça" (W. F. Adeney).
Louvor externo não tem valor se não haver devoção do coração. Nada impede a oração como iniqüidade. Quando o pecado jaz à porta, a passagem é interditada. Oração implica submissão. Rejeição da lei de Deus é insubmissão.
O salmista disse: "Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido" (Salmo 66:18). Este princípio foi reconhecido pelo cego curado por Jesus. Ele comentou: "Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende" (João 9:31).
Louvor abominável
Isaías falou ao povo de sua época, um povo totalmente doente, que Jeová foi ofendido pelo louvor deles. Deus olhou para a sua decadência espiritual e disse: "Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue" (Isaías 1:13-15). A adoração deles foi abominável diante de Deus, porque não respeitaram a lei dele.
Deus deu uma advertência semelhante através do profeta Amós: "Aborreço, desprezo as vossas festas e com as vossas assembléias solenes não tenho nenhum prazer. E, ainda que me ofereçais holocaustos e vossas ofertas de manjares, não me agradarei deles, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras. Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene." (Amós 5:21-24).
Quando o rei Saul desobedeceu a Deus, o profeta Samuel lhe disse: "Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros" (1 Samuel 15:22). A obediência dá credibilidade ao nosso louvor.
-por Irvin Himmel

A PROMESSA DA CURA DIVINA

Palavras-chaves. Cura; sofrimento; pecado; maldição; castigo; enfermidades, milagres oração.

1. PROMESSA: O termo não ocorre no AT, mas o conceito está presente. Deus promete ao homem e cumpre a sua palavra (Is 40,8), que é eficaz (Is 55,9-11). Deus prometeu numerosa descendência, uma terra e a bênção a Abraão. A Davi prometeu uma dinastia estável (2Sm 7,5-16; 1Rs 2,4), promessa atualizada pelas promessas messiânicas e escatológicas (Is 2,2- 5; 11,1-9). As promessas, fruto da bondade e misericórdia de Deus, são garantidas por sua fidelidade.
No NT o aspecto profético da palavra de Deus e a história do povo eleito são chamados promessa, que teve sua realização em Cristo. A promessa realizada se torna o anúncio da boa-nova (At 13,32). A promessa caracteriza a gratuidade dos dons divinos em oposição às obras da Lei (Rm 4,13-21; Gl 3,17-22). Em Cristo as promessas divinas se tornaram um “sim”(2Cor 1,20; Ap

2 CURA DIVINA: é algo que depende da soberania de Deus, e só vem através da oração (dialogo do homem com Deus), só sai expulsando em nome de Jesus. Logo depois que Deus tirou o Seu povo do Egito. Ele se revelou a eles como aquele que curava. O Antigo Testamento mostra claramente que a cura é uma parte integrante da Redenção, e no Novo Testamento como parte integrante do poder do Evangelho. No Antigo Testamento Deus se revelou como Jeová Raphá “Eu sou o Senhor que te sara”. No Novo Testamento. O Ministério de Jesus fora marcado pela cura divina.
Deus faz milagres e curas com o objetivo de levar as pessoas ao arrependimento e á salvação, como também para nos ensinar mais sobre sua natureza, seu caráter e amor.
Algumas vezes a bíblia não revela a razão de curas efetuadas por Jesus, alem do fato de terem ido solicitadas. Em (Mc 7.32) os seguidores de Jesus pede apenas pra que Ele só impusesse as mãos, mas Jesus curou o surdo- gago porque foi solicitado. Nenhuma outra razão é mencionada, como a fé, a compaixão de Jesus ou a glória de Deus.

1. A PROMESSA DA CURA DIVINA NA EXPIAÇÃO

1. Ao procurar a cura, estamos escolhendo entre Deus e os médicos. Por exemplo, A. B. Simpson escreveu: “Se você não consegue confiar no Senhor, então chame o médico… se você não consegue escolher o melhor de Deus, então escolha o segundo melhor dEle” (R. V. Bingham, The Bible and the Body, p. 20). A rejeição ao uso de remédios revelados por Deus ao homem, como os usados na medicina moderna, a favor da cura divina direta, não é em si mesma um ato razoável de fé na providência maravilhosa de Deus. Deus pode levar alguns indivíduos a glorificá-lo com tal confiança e dependência, mas as Escrituras não parecem indicar que essa deva ser a regra geral para todos os crentes. Muitos cristãos estão vivos hoje devido às modernas descobertas da medicina e especialmente das práticas cirúrgicas.

a) Expiação: (cobrir) - A palavra expiação encontra-se poucas vezes na Bíblia, mas o conceito da expiação constitui o assunto principal do Antigo e do Novo Testamento. Palavras mais conhecidas como reconciliação, propiciatório, sangue, remissão de pecados e perdão estão diretamente relacionadas com esse tema.
Teologicamente podemos conceituar expiação como o perdão dos pecados dos que se arrependem e confessam, acompanhado de reconciliação, pela qual os homens voltam para gozarem plena comunhão com Deus, pelo Sacrifício de vítima inocente. No Antigo Testamento a vítima era um animal, figura e símbolo do Cristo crucificado.

b) Propiciatório: media dois cúbitos e meio, um cúbito mede aproximadamente 45cm , o propiciatório media aproximadamente 90 cm. O propiciatório era feito de ouro puro, é onde Deus dá Sua graça aqueles que vêm pela fé.

2. A ABRANGÊNCIA DA EXPIAÇÃO.

Para Deus ilustrar o seu grande plano de reconciliar os homens, Ele usou três tipos práticos.
1) Aarão, o sumo sacerdote;
2) O bode sacrifical, que dava seu sangue para pagar pelos pecados;
3) E o bode expiatório para levar embora os nossos pecados até o deserto, para que não fosse mais lembrado.
Quando Jesus veio e ele incorporou em si esses três itens.
1) Marcos 15.37,38; (E Jesus, dando um grande brado, expirou.)
2) Hebreus 4.16; (Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.)
3) Hebreus 10.19-22; ( Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,)
4) Romanos 3.25.( Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus).

I. Causas das enfermidades
1. Uma conseqüência da maldição que caiu sobre a raça humana depois do pecado de Adão e Eva. Neste sentido, todas as enfermidades derivam do primeiro pecado do homem, embora isso não signifique que uma enfermidade de um indivíduo seja devida ao seu próprio pecado. O fato de que existe uma árvore com todos os tipos de frutas para a cura das nações em Ezequiel 47.12 e Apocalipse 22.2, indica que as enfermidades são o resultado do pecado de Adão e Eva, e que devem ser removidas, assim como a maldição trazida por aquele pecado será removida (Rm 8.18-23; cf. Gn 3.18,19).
2. Ignorância e falta de cuidados. Existem muitos casos em que a doença é causada pela ignorância do homem e até mesmo pela sua própria falta de cuidados. Uma prova do primeiro caso é a alta taxa de mortalidade de recém-nascidos até que Semmelweis e Lister descobrissem os anti-sépticos; porém a doença constante nos lares de alguns cristãos, em contraste com a maravilhosa saúde desfrutada por outros, se deve freqüentemente ao segundo caso. Com o progresso do conhecimento da medicina, diminui a ocorrência de vários tipos de doenças e a expectativa de vida do homem aumenta.
3. Pecado individual. A doença pode ser diretamente causada pelo pecado do homem, como no caso da disseminação de uma doença venérea, ou uma doença crônica causada pelo alcoolismo. A doença também pode ser enviada por Deus como uma punição, como no caso do pecado da presunção de Uzias (2 Cr 26.19,20). O Senhor Jesus Cristo ordenou a um dos doentes crônicos que Ele tinha curado. “Eis que já estás são; não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior” (Jo 5.14).
4. Como um castigo, para o desenvolvimento do caráter. Este uso particular da doença e dos acidentes, para treinar e desenvolver os filhos de Deus, não pode ser ignorado. O Senhor corrige àquele a quem ama (Hb 12.6). O crente deve encarar a sua passagem por diversos testes e provas (que podem incluir doenças) como uma bênção, porque se ele suportá-los pacientemente eles irão resultar no fruto aprazível da justiça, e ele receberá a coroa da vida como uma recompensa (Tg 1.2-4,12). Jó foi levado ao reconhecimento do seu orgulho e da sua atitude de autojustificação por meio das suas aflições, e arrependeu-se no pó e nas cinzas (Jó 40.4; 42.6). Paulo viu o espinho na sua carne como algo que Satanás poderia usar para esbofeteá-lo (2 Co 12.7), mas também como algo que Deus usava para conservá-lo humilde e fazer com que ele confiasse no Espírito Santo, em sua graça e em seu poder (vv. 9,10); conseqüentemente, o apóstolo se regozijou com isso.
II - Por Que Nem Todos São Curados?
Como já falamos à princípio, a cura divina é uma promessa divina, e é admitida como doutrina pela igreja cristã. No entanto, isto não quer dizer que todos os enfermos serão curados. Vejamos algumas razões porque algumas pessoas não são curadas:
1. Falta de fé (Tg 1.6,7): A falta de fé é uma das causas pelas quais muitas pessoas não são curadas. O apóstolo Tiago nos exorta dizendo que devemos pedir a Deus com fé, sem duvidar. Várias pessoas foram curadas pelos Senhor Jesus porque foram a Ele, movidas pela fé (Mt 8.10; 9.1-8; 15.21-28; Lc 9.43-48).
2. Pecado oculto (Tg 5.16): Outra razão que impede que algumas pessoas sejam curadas é o pecado oculto. É bem verdade que Deus espera que confessemos nossos pecados, estando bem ou mal de saúde, pois a confissão de pecados não deve ser feita por interesses na cura do corpo, e sim, na cura espiritual. Em (Pv 28.13) está escrito: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”.
3. Pecados para a morte (I Jo 5.16,17): Este texto deixa bem claro a existência de dois tipos de pecados: “pecados para a morte” e “pecados que não são para a morte”. Assim, entendemos que, se alguém comete pecados que “são para a morte”, vindo a adoecer, Deus não terá prazer em curá-lo.
4. Propósito divino: Não podemos negar esta realidade: nem todos são curados:
O profeta Daniel esteve enfermo (Dn 8.27);
Quando Jesus chegou ao tanque de Betesda, havia muitos enfermos naquele lugar, porém, somente um paralítico foi curado (Jo 5.1-15);
Deus operou muitos milagres através do apóstolo Paulo (At 19.11,12), porém, ele escreve a Timóteo dizendo que deixou Trófimo doente em Mileto (II Tm 4.20); Timóteo e Epafrodito, companheiros de Paulo, também estiveram enfermos (I Tm 5.23; Fp 2.25- 27).
Fontes:
A BÍBLIA DA MULHER
REVISTA ENSINADOR CRISTÃO
DICIONÁRIO BÍBLICO - ÍTALO
DIONARIO WCLIFFE
http://www.escoladominical.com.br/index.asphttp://www.ebdweb.com.br/2007/10/30/a-promessa-da-cura-divina

sábado, 26 de julho de 2008

Será que um diz vou ser mãe?




Leia: Gênesis 18


É muito difícil esperar quando realmente queremos alguma coisa - e ainda mais difícil quando essa coisa é algo tão bom para se desejar. Os filhos são considerados bênçãos de Deus. Então, porque Ele simplesmente não lhe manda um? Por que você tem de esperar, qunado à sua bolta adolescentes ficam grávidas sem se casar e algumas amigas parecem "pipocar" bebês como se estivessem jogando num caça-níqueis?
Tudo isso se assemelha a esperiência de Rebeca. Ela tinha vinte anos de casada quando teve o primeiro filho - e então teve gêmeos! Foi surpresa e bênção duplicada - principalmente para seu esposo, que estava com sessenta anos quando Jacó e Esaú nasceram. Nenhum dos dois teria imaginado ou planejado ganhar um bebê naquele momento, tão tarde em sua vida de casadosa. Ainda assim, Deus foi fiel.
A cada mês, sempre que você achar que está grávida (e ficar de novo desapontada ao descobrir que não está), lembre-se de Rebeca e da visão de longo alcace de Deus. Ele é o único que tem controle do tempo em suas mãos. E se quiser acrescentar um filha à sua família, Ele fará isso acontecer - no tempo perfeito dEle.
Não se fruste, mas tão somente agradeça a Deus pelo filho ou filhos e que você tem. Convese com Deus e mostre a Ele seus planos e projetos e deixe que no tempo certo seus filhos virá.

  • Desafio de hoje: Se este mês você desbrir de novo que não está grávida, como vai escolher reagir? tendo em mente a história de Rebeca, e o que vai pedir em oração.


  • Vale a pena lembrar: E Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor ouviu as suas oraçãos, e Rebeca sua mulher concebeu (Gn 25.21)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

DEUS QUER ME FAZER BEM

“Chegai-vos a mim, ouvi isto: Não falei em segredo desde o princípio; desde o tempo em que aquilo se fez, eu estava ali; e agora, o Senhor Deus me enviou juntamente com o seu Espírito. Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar.” (Is. 48:16-17)

Quero chamar atenção sobre duas palavras: ensinar e guiar. Você sabe que muitas vezes nós somos intratáveis – não permitimos que os outros nos ensinem, nem nos guiem!? Esta característica é resultado da queda do homem. Quando ele caiu, ele se tornou um pequeno deus para si. Ele passou a conhecer ou escolher o seu próprio caminho. Por isso, uma das características marcantes de um cristão regenerado é a posse de um espírito tratável. Por outro lado, o sintoma mais destacado de alguém que está se entrelaçando em doutrinas falsas ou heresias é um espírito que se torna impossível de ser ensinado. Não há jeito de conversar com estas pessoas, nem persuadi-las. Elas se tornam muito duras, convencidas e indomáveis.
Eu percebo o próprio coração de Deus nestas palavras de Isaías. Ele queria, com grande ansiedade e dor no coração, ensinar a Israel o que lhe seria útil, e guiá-lo pelo caminho certo. Veja os próximos versículos:
“Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então seria a tua paz como um rio, e a tua justiça como as ondas do mar; também a tua descendência teria sido como as ondas do mar; também a tua descendência teria sido como a areia, e os que procedem das tuas entranhas como os seus grãos; o seu nome nunca seria cortado nem destruído de diante de mim.”(id., 18-19)
Quero que você perceba algo aqui, enfaticamente! A INTENÇÃO DE DEUS É FAZER-LHE O BEM! Esta afirmação terá que ser uma pedra fundamental do nosso entendimento nestes estudos. Tudo que Deus faz é com a finalidade de redenção. Todo movimento d’Ele, tudo que Ele muda, toda operação d’Ele, tudo que Ele toca, é para o fim de redimir é para o meu bem.
Faz só uns quatro anos que pessoalmente eu me submeti aos caminhos de Deus. Honestamente, no interior do meu coração, eu pensava que era capaz de melhorá-los. Você já notou que Deus não age da maneira que você gostaria que agisse?
O Salmo 103:7 diz: “Manifestou os seu caminhos a Moisés, os seus feitos aos filhos de Israel.”
Pouco tempo depois da minha conversão eu ouvi alguém pronunciar e comentar sobre estas palavras. Como resultado comecei a me levantar todo dia de madrugada para orar. E o clamor do meu coração era: “Ó Senhor, ensina-me os teus caminhos!” Esta é uma oração muito séria.
Heb. 3:10 diz: “Por isso me indignei contra essa geração...eles também não conheceram os meus caminhos.”
A palavra “indignar” no seu sentido original é relacionada com amor. E Deus Se indignou com Israel, porque este não conheceu os Seus caminhos. Como são estranhos os caminhos de Deus! É justamente sobre este tema que quero falar nestes estudos. Queremos abrir nosso entendimento e ver como são os caminhos de nosso Deus.
Volte a Isaías 48:18 e medite nestas palavras: “Ah, se tivesse dado ouvidos aos meus mandamentos!” Que você sente aí? Que está atrás destas palavras? Você pode perceber o bater, o sentimento, do próprio coração de Deus?
Ele não queria fazer mal a Israel. Pelo contrário, queria lhe fazer o bem. Tem sido a Sua intenção, igualmente, fazer o bem nas nossas vidas. Mas eu não sabia disto. O Senhor queria me guiar por todo este caminho. Mas quando olho para trás, vejo os rastos dos meus calcanhares, fincando-se no chão, e resistindo-lhe a cada passo! Cinco quilômetros, o Senhor me arrastou, implorando, rogando, obrigando, martelando minha cabeça. E eu não sabia que com tudo isto Ele queria me fazer o bem! Se soubesse, teria me entregue a Ele há três anos!
Mas da próxima vez, torno a resirtir-lhe. Parece que a gente nunca chega ao ponto de honesta e inteiramente aceitar o fato de que nosso Pai não pode nos fazer o mal. Ele não pode nos trair, nem nos “passar para trás”!
É como o arrebatamento de Elias. Depois que o Senhor o levou, os filhos dos profetas vieram a Eliseu e disseram: -- Provavelmente Deus o despejou sobre um daqueles montes.
Eliseu respondeu: -- Absolutamente. Se Deus arrebata um homem pelo Espírito, Ele nunca o deixa cair.
Os filhos dos profetas mandaram procurar assim mesmo, mas não o encontraram. E depois de quinze anos neste caminhar com Deus, não posso contar uma ocasião sequer, onde alguém entrou neste jogo, conforme as regras e requisitos divinos, e que fosse abandonado por Deus, maltratado, ou que pudesse dizer em qualquer circunstância: -- Deus me falhou.
Nossa afirmação fundamenta é esta: “Deus quer nos fazer o bem.” Ele é um Pai, o Pai dos nossos espíritos. Não podemos nos esquecer disto.